Caros amigos: Nesta fase inicial de mais uma época desportiva e numa altura em que alguns de nós estamos preocupados e envolvidos com a preparação da participação no Campeonato do Mundo e na CMGI, há outro assunto que me ocupa o raciocínio (ou o que resta dele). Trabalho na província, neste caso, na Lezíria Ribatejana e como muitos de vós, tenho a infelicidade de não ter universidades à porta de casa ou sequer nos arredores. Enfim, virtudes de uma descentralização que nunca existiu! Mas isto, coloca-nos um problema grande, que tarda em ser resolvido, ou pelo menos atenuado. Os ginastas, aqueles que nós recebemos nos clubes, por vezes com 4 ou 5 anos, crescem e se tudo correr bem, se for essa a sua opção, a dada altura entram nas universidades que se localizam, claro está, nos grandes centros. E aí, caros amigos, desculpem-me se não concordam comigo, mas sou da opinião que os ginastas têm mais é que procurar soluções que lhes permitam continuar as suas carreiras desportivas. Uns co...
Um espaço de discussão técnica que visa contribuir para a partilha do conhecimento acumulado de treinadores portugueses e outros que estejam disponíveis para entrarem na "conversa".


Sem dúvida um bom trabalho!
ResponderEliminarAssustador para mim é mesmo a maior concretização de séries no sector feminino e tão poucos resultados em relação aos masculinos!
O trabalho tem de ser revisto, adaptado, sem orgulhos nem egos!
No sector masculino sem dúvida que temos continuidade e uma linha de sucesso se não nos deixarmos acomodar.
Gostava de ver (posso fazê-lo), que lugares trariam as notas de ingresso no CMGI por parte do Ranking feito pela FGP.
Obrigado
Pedro Fernandes
Elucidativo. Pedro. Essa comparação ajudava a ver se essas notas pecam por excesso, defeito, ou se estão corretas. Fico a aguardar. Abraço.
EliminarBoa tarde,
ResponderEliminarNão sei se a amostra será significativa para se tirarem conclusões no sentido percentual de falhas/acertos nas séries. Para além disso, há imensas variáveis que ficam postas em jogo no que toca a Femininos/Masculinos, sendo uma delas, talvez a que mais "contribui" para a potencial falha no setor masculino seja o TOF, usualmente mais alto num setor do que noutro. Creio que para se poder perceber um pouco melhor isso, esse estudo deveria ser feito também com os outros ginastas (de outros países) para perceber se é realmente recorrente ou há alguma coisa que se esteja a fazer mal.
Abreijos,
Nuno Silvano